23 fevereiro 2014

Por uma vida simplificada!


Ultimamente eu tenho lido e me interessado bastante pelo conceito de vida “simplificada”. Afinal, quem não gostaria de ter uma vida mais tranquila, com menos estresse? Mas em um mundo que nos impulsiona a ser individualistas, competitivos e consumistas muitas vezes é difícil dar o primeiro passo, é difícil reconhecer que estamos afogados nesse sistema. A transição entre o desejar ter algo melhor e o buscar ser alguém melhor requer tempo e dedicação.

Há alguns dias eu li um post no blog da Thais Godinho (VidaOrganizada) sobre como simplificar a vida dando prioridade ao que realmente é. Comecei a pensar o que era mais importante na minha vida, o que era importante, mas não essencial e o que era dispensável. Muitas vezes nós assumimos funções demais e isso nos deixa sobrecarregados, consequentemente cansados e estressados. Começamos a dedicar muito tempo a coisas que não são realmente importantes em detrimento daquilo que deveria estar tendo mais espaço em nossa agenda. Repensei. Comecei a mudança.

Tenho passado menos tempo na internet e mais tempo com a minha filha. Sentar no chão com ela para brincar de bonecas ou ler histórias é agora um momento precioso pra nós duas. Decidi que também precisava dedicar mais tempo aos meus familiares, visitar meus avós com mais frequência, por exemplo. Me dedicar mais aos meus estudos (que são essenciais pra mim) e menos àqueles hobbies que são importantes, mas não indispensáveis. Não é deixar de fazê-los, mas dividir o meu tempo melhor, dando prioridade ao que é mais importante. Dar mais valor ao que tem valor.

Outra coisa que é importante na simplificação da nossa vida é controlar o impulso de comprar, ter, desejar, ter, comprar... E isso vai se tornando uma linha sem fim. Desde que eu saí da casa dos meus pais, há um ano e meio, passei a conviver com essa questão. A renda da minha família era bem menor do que a dos meus pais, então eu não poderia mais comprar roupa nova com frequência, não poderia comprar livros novos todo mês etc. Meu nível de vida diminuiu e tive que aprender a lidar com isso. E adivinhem: EU NÃO MORRI POR ISSO. Pelo contrário, com o tempo eu fui percebendo que eu tinha muito a agradecer a Deus, pois eu já tinha muito mais (e não só materialmente falando) do que a maioria das pessoas tem.

E é isso. Estou só começando a minha jornada nessa busca por uma vida mais simplificada. Aprendendo a nunca dedicar a maior parte do meu tempo ao que não tem tanta importância, focar no indispensável.

3 comentários:

  1. Ótimo texto! E eu super concordo com você. Acho que temos que dar valor nas coisas simples da vida, apesar de ser simples acho que são as coisas que mais nos faz feliz. Assim como você disse, ficar com a sua filha, visitar familiares. Eu também sou assim. Passo muito tempo na internet até porque trabalho com isso também, mas mesmo assim, sempre marco um dia pra ir na casa dos meus familiares. Amei mesmo seu texto. Beijos.

    www.nahboa.com

    ResponderExcluir
  2. com a internet principalmente no celular, acaba ficando difícil pra mim me desligar viu! Tento me policiar, manter um horário de trabalho, mas acabo ficando sempre conectada e perdendo alguns outros momentos importantes da minha vida /:
    Adorei o texto, muito interessante mesmo!
    Beijos :*

    ResponderExcluir
  3. Obrigada meninas, que bom que gostaram! :)

    ResponderExcluir